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TriBeCa: descobrindo o que o bairro tem de melhor

TriBeca deixou de ser uma pequena vila da intensa Manhattan, aonde se esbarrava facilmente em vizinhos conhecidos e também com gente famosa. Antes até o Príncipe das Americas, John John K., perambulava pelo bairro e tomava seu café da manhã no eterno “Bubby“, na esquina do seu loft.

Mas ainda acontece isso de encontrar os famosos, às vezes naturalmente, como em um uma manhã de sábado, bem fosca, que fui tomar um cappuccino, quase de pijama no “Laughing Man” e lá estava ele com sua cachorra, encostado no carro: nosso amigo Hugh Jackman! Ele é assim, mais casual que nós e o café é cria dele. Faz parte de um projeto de sustentabilidade de produção de café na África (#dukasalesdream). Vamos tomar café com ele e apoiar!

O café fica na praça Duanne, que para mim é o cartão postal do bairro, ao lado da rua misteriosa com uma ligação de um loft para outro, antiga fábrica, cenas de muitos filmes.

Mas isso é apenas a introdução, “rendam-se” porque o TriBeca tem sempre mais!

AIRE ” ancient baths”

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A foto não reflete o “uau”, quando entramos no loft e sem contar a experiência em si!

Massagens, banhos e para os mais sofisticados nas despesas com relaxamento, tem ritual do vinho, azeite de oliva e de velas, mas esses, ainda não experimentei para poder contar.

www.ancientbathsny.com (durante a semana é mais barato)

Os Italianos queridos:

Pepolino é aquele restaurante italiano que representa a vontade de estar no coração da autêntica Toscana. O ambiente não é Nova Iorquino, mas o mais importante, o sabor, é “veramente italiano”! (http://www.pepolino.com)

Tutto il Giorno! Quase morri de alegria! O  restaurante mais charmoso de Sag Harbour,  que não deixa sentir tanta saudade da bela Itália, abriu aqui! A brisa da baía é única, mas conseguiram criar uma atmosfera espetacularmente condizente com o tom de personalidade do TriBeCa, mantendo o mais importante, o sabor! Segundo o chefe Maurizio Morfoglio, pediria em seu restaurante: burrata, spaguetti com molho de tomate e o peixe do dia. Concordo com ele, e quando o restaurante pode se destacar no mais simples, preparem-se, a satisfação é garantida. (Espero que ele sirva em breve o prato que considera imperdível na vida, o Risotto Milanese com toque de açafrão, reduzido ao molho de tutano, receita de sua avó de 94 anos.) Bom apetite, em Sag Harbour ou no TriBeCa. (www.tuttoilgiorno.com)

Quase não sobrou tempo para falar da Taverna, que já foi minha favorita, mas que passou a ser rodeado de gente com muita atitude de quem “quer ser visto”. O Locanda Verde, tem um localização deliciosa de esquina, uma decoração marcante, uma cozinha rústica, sofisticada, mas é cansativo de lidar com o serviço medíocre. Porém, ainda gosto de sentar ao bar, para um steak tartar trufado com um singelo ovo de codorna frito, ravioli da mamma  e o vinho sugerido pelo barman, que é sempre simpático. (http://www.locandaverdenyc.com)

O Greenwich Hotel é bem exclusivo e aconselho uma estadia, sem deixar de aproveitar um mergulho na piscina do spa e aperitivo no jardim, só para hóspedes, é claro.  Engraçado, notei que atualmente os paparazzis andam plantados na porta do restaurante e do hotel, e outro dia passando por lá, não resisti e perguntei quem esperavam. Cheios de mistérios falaram: Jennifer Connely!  E eu muito sem querer, falei: “Ah, ela faz yoga comigo!” Eles quase me mataram para saber o local e cá entre nós, esse top secret eu não revelo e não por causa da lindíssima musa do cinema, mas pela energia especial que respeitamos. Porém, para nossos amigos do Original Miles, é uma outra história, não é? (http://www.thegreenwichhotel.com)

Outra opção é o Odeon, brasserie nova iorquina para toda hora. Passa ano, sai ano, e é o primeiro lugar que vem a cabeça para ir. Sem compromisso e sempre gostoso. (http://www.theodeonrestaurant.com)

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Ao lado, na esquina, está a loja mais divertida do bairro, Balloon Saloon! Loja de balões e brinquedos, muito “old fashion way”. (quem é da época do “creme rinse”, vai se emocionar). Ops! Ficou sonhando um pouco e esqueceu de uma mini pessoa puxando sua roupa e pedindo um pirulito ou um balão gigante, que não dará para carregar? Faz parte. (http://www.balloonsaloon.com)

A Mamãe também merece uma peça nova, a loja Calypso de St. Barths ao lado sempre tem algo charmoso para adicionar à coleção da estação. E nada como sair com uma blusinha nova no jantar à noite.

Vão acabar se deparando com a loja mais sofisticada de decoração,  a ESPASSO, que é brasileira e representa nossos melhores designers. (http://www.espasso.com)

E na mesma rua (North Moore), Playing Mantis, a loja de brinquedos de verdade, feitos com madeiras sustentáveis. (http://friendlymantis.com)

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Queridas crianças, hoje tem uma surpresa: Ninja!!!!!

É um lugar para Sushi e nesse, vocês vão ao Japão de verdade! “Iaaaa” – Voltem para me contar da experiência. Pais, é para eles mesmo, esqueçam do quesito gourmet, é uma experiência, acreditem! Se ficarem com desejo de um bom Japa, deixe-os no hotel (Babby Sitter ou “Marry Poppins”) e reservem o Nobu ou Nobu Next Door.IMG_0400

Recomendo também, durante o dia, tomar um fôlego com as crianças no Washington Market Park,  para um sorvetinho tradicional do caminhão na frente, nada orgânico por sinal, que provavelmente deixará a pobre criança com a língua azul e boca preta, do colorido dos picolés de “Homem Aranha” e “Bob Esponja” (Greenwich/Chambers). O Barco, na entrada do parque é para crianças menores de 0 à 5 e ao lado esquerdo, para os maiores, bem ativos. É a verdadeira experiência das crianças do bairro. (Obs.: não vou resistir…foi o lugar dos primeiros passos do Lorenzo.. ahhh).

E a famosa Firehouse do Ghostbuster? Passei por lá para dizer aos bombeiros que vocês vão visitá-los em breve! rsrs

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Splash! –> AQUA: spinning na água?! (http://www.aquastudiony.com)

Deixo para próxima, uma de lista de atividades alternativas para boa forma. Vou tentar achar o que for mais divertido.  Já marquei uma aula, vamos ver!

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Vanessa Simone Pereira, paulistana, advogada de formação, mãe, amiga e querendo ou não, uma Nova Iorquina. Ela é mais uma daquelas histórias de quem foi a famosa ilha de Manhatthan "en passant" e nunca mais a deixou. Vanessa vai coloborar com o Original Miles semanalmente, escrevendo um pouco sobre tudo da Big Apple.

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