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3 estrelas Michelin na Itália – Restaurantes únicos

Europa | junho 2018 |
3 estrelas Michelin na Itália

Coroados com 3 estrelas no Michelin, eles convidam a experiências gastronômicas únicas

A Itália esta repleta de restaurantes, cada um com seu charme e história. Selecionamos alguns 3 estrelas Michelin na Itália que fica difícil de escolher!

DA VITTORIO A BRUSAPORTO (BG)

São 45 anos de história. Cinco irmãos. Três estrelas Michelin. Números não faltam para elogiar esse restaurante inaugurado em 1966. A primeira estrela Michelin veio uma década depois, em 1978, e ainda hoje o lugar é gerido pelos filhos do fundador Vittorio: Enrico e Roberto Cerea, e pelos outros três irmãos. O menu começa com carnes curadas de Bergamo, mousse de bacon com carpaccio de bacalhau e café crocante. Sentiu? Outro prato celebrado é uma homenagem à tradição da província da Lombardia, com o Casoncelli de taleggio com espinafre “das colinas”. Na sobremesa, há sabores como creme de caqui com sorvete de avelã e zeppole com creme e cereja azeda. Ou seja, uma experiência gastronômica para guardar com carinho na sua agenda italiana.

PIAZZA DUOMO D’ALBA

De Michel Bras a Ferran Adrià e Gualtiero Marchesi, o currículo de Enrico Crippa, do Piazza Duomo, é um dos mais internacionais entre os chefs italianos. Agora ele ganhou três estrelas Michelin e um lugar nos 50 melhores do mundo no restaurante da família Ceretto, que começou produzindo vinhos, há quase 80 anos. Na propriedade da família, são 160 hectares onde eles produzem mais de um milhão de garrafas todos os anos. Do amor pelo vinho, veio a busca por criar um ótimo restaurante em Alba.

Comprado o belo edifício com vista para a Piazza del Duomo, restava encontrar um chef no auge de um projeto tão ambicioso. Assim, em 2003, Bruno Ceretto partiu para uma longa jornada entre os restaurantes da metade da Europa para encontrar o candidato certo, e encontrou Enrico Crippa. A dica ali, é esquecer o menu e entregar-se à experiência, pois os pratos podem mudar de acordo com os dias e estações. “Nossos cardápios  sempre começam com vegetais crus ou marinados. Temperaturas, técnicas de cozimento e texturas se alternam, marcando o ritmo da rota. E quando o prato estiver pronto, deve permanecer sempre o desejo de comer um pouco mais”, diz o chef.

LE CALANDRE, RUBANO (PD)

Uma curiosidade sobre o Le Calandre: Andy Hayler, o crítico que experimentou todos os  restaurantes com três estrela Michelin do mundo, elegeu o risotto com pó de alcaçuz do chef italiano Massimiliano Alajmo seu prato favorito de todos os tempos. Essa é a receita mais famosa, é claro, da casa da família Le Calandre. Em 2002, com apenas 28 anos, Alajmofoi o mais jovem chef italiano a receber as três estrelas Michelin, à frente da cozinha do Le Calandre. O salão de decoração contemporânea é a moldura para essa experiência: nas mesas redondas, cada uma com seu lustre, você pode ainda provar delícias como sumo de espargos em vinho tinto com camarão cru, radicchietti e avelãs ou caviar frio, ostras e aspargos com bergamotaln. As notas doces são dadas por um leve “puff de lavanda” com morangos de sabugueiro e “vibrações de chocolate”.

OSTERIA FRANCESCANA, MODENA

Se existe um chef italiano que dispensa apresentações é Massimo Bottura. Além de ganhar todo o reconhecimento mais importante dos guias, como “o melhor restaurante do mundo“, pela revista britânica Resturant, o chef levou adiante o maravilhoso projeto da Food For Soul, a organização sem fins lucrativos que cria cantinas para os mais necessitados do mundo. A ideia ali é entrar no menu degustação, que costuma ter 12 pratos, cada um deles uma obra de arte, e sentir-se na série Chef’s Table da Netflix. Bem, é preciso reservar com muita antecedência (fala-se em três meses) e a noitada sai por cerca de 1 mil euros o casal. Mas dizem também que vale cada centavo.

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