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Curtindo ao máximo Cortina D’Ampezzo nas Dolomitas

Itália | fevereiro 2012 |
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Montanhas milenares com o topo coberto de neve voltadas para o céu. Durante o dia, beijadas pelo sol iluminam-se de um tom avermelhado que fazem a moldura de Cortina d’Ampezzo, a “pérola das Dolomitas“. Casas de madeira, vielas, caminhos e trilhas contornam a Igreja e seu imponente campanário, coração do centro da cidade.

A cidade no mês de Maio

O despertar do dia tem início com um cappuccino, um suco de laranja e biscoitos frescos. O encontro é no Lovat ou no Embassy, ambos cafeteria e doçaria. Daqui, no período invernal decide-se onde ir esquiar e no verão escolhe-se o passeio da vez.

Cortina no início do verão

A água cristalina do rio que passa pela cidade

Em base a estação e ao programa escolhido, o almoço pode se desenrolar em um refúgio no alto da montanha como o Pomedes ou Tondi; naqueles acessíveis com uma caminhada como o Dibona, Malga Federa ou Ra Stua; senão com o carro no Pianozes, Camineto ou Ospitale (todos nomes particulares para nós, mas que valem a pena serem lembrados!)

Um refúgio no meio da montanha

A vista encantadora do refúgio

Corso Italia, a rua principal com suas lojas luxuosas, é lotada de gente elegante que passeia a qualquer hora do dia, mas o culminar do farfalho (ou struscio como vem definido o devagar para cima e para baixo pela Corso Italia onde os habitués se cumprimentam jocosamente) parte por volta das 17h e se conclui às 19h30, um pouco antes de passar ao momento do aperitivo. Na parte da tarde, para uma super produção confie nas mãos de Liborio, o caprichoso cabeleireiro romano.

Corso Italia em um sábado invernal

A Igreja, marco do centro da cidade

Das 20h às 21h30 Villa Sandi, a Enoteca do Gerry ou o Brio de Vin borbulham de gente durante o aperitivo italiano. Um momento clássico de socialização e reencontro entre amigos com à mão uma taça de vinho, de prosecco ou do típico “Spritz com Aperol” e quem sabe um belo prato de speck, queijos e uma cesta do famoso pão preto com erva-doce, a puccia.

No final da tarde…

Das 21h30 às 24h no restaurante Leone e Anna, Piè Tofana, El Toulà, da Aurelio ou Beppe Sello, os chefs divertem-se ao apresentar os pratos típicos em modo criativo. O jantar conclui-se com um espresso e a seguir grappas ou licores feitos em casa, dos quais o mais conhecido é a grappa di “cumino”. Após o jantar, aqueles que terminam antes da meia-noite, retornam ao centro da cidade para um drink esperando bater a hora certa para o Vip. O encontro é no Bar Sport (que os freqüentadores chamam de “Emma”) para uma taça de “Pomi”, a grappa de maçã. E quando chega a hora, todos ao Vip, local histórico do vale Ampezzano, mais vezes cenário de filmes e encontros mundanos.

Quem ainda tem pique para um pouco de house music segue ao Bilbo ou ao Cashmire. Depois da balada, um panino no Cristallino ou uma brioche saindo do forno no Santuz são um clássico…

Viva!

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